quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mais um FHC x Lula


Na semana passada o FHC foi, mais uma vez, ofendido pelo Mula e sua turma. Ele mandou uma resposta para o Estadão, onde deu uma aula de educação, objetividade e clareza de ideias.
Para não alongar muito, vou transcrever o último parágrafo da carta.
Ainda bem que faltam poucos dias para acabar esse nefasto governo mulista. Aquele que levou o submundo e a ignorância para o Palácio do Planalto.
Custa-me a crer que Lula, para se defender do indefensável no caso do mensalão, ataque a honra de um ex-presidente que foi seu amigo nas horas difíceis e que não usa de artimanhas para desacreditar adversários. Dói mais ainda que pessoas como Gilberto Carvalho ecoem o sabidamente falso para endeusar o chefe. Sinal dos tempos, que arrastam mesmo os que parecem ser melhores a cair na calúnia, na mesquinharia e na mediocridade.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Esperando a venda dos ingressos do U2


Pois é. Depois do show do Paul McCartney gostei desse negócio de ir a shows de dinossauros... Estou aqui, esperando o site abrir as vendas, que dizem deve começar à meia-noite.
Apesar da chatice do Bono, o U2 é uma grande banda. O show deles é ótimo, já vi alguns em dvd. São um grande cantor e três excepcionais músicos.
E ver o show no Morumbi lá da arquibancada é muito bom. Tem cadeirinha de plástico, é confortável, boa visão do palco.
Vamos ver se eu consigo.

Sites de desconto


Na Folha de hoje saiu um texto do Nizan Guanaes sobre os sites de compras coletivas, como o Peixe Urbano, etc.
Eu já comprei 2 vezes e gostei. A primeira vez foram 2 sanduiches do Subway, por valor bem abaixo do normal. Depois comprei um jantar completo para 2 pessoas, com vinho italiano e tudo, por 39 reais...
Diz o Nizan Guanaes que o cara que fez o Groupon recusou uma oferta do Google de 6 bilhões de dólares. Duvido.
Mas como será que existem essas fortunas todas na internet? Nunca entendi como o Google ganha dinheiro. Ou o Facebook, ou o Orkut, ou até mesmo o Yahoo. Não tem anúncio, não tem venda.
Como eles ganham dinheiro?
Não sei, sou ignorante de ganhar dinheiro na internet...
Segue o texto do Nizan Guanaes.

NIZAN GUANAES 

Natal virtual e real 



Uma lista e uma conexão são tudo o que você precisa, além do cartão de crédito, para fazer compras

O COMÉRCIO eletrônico chegou para acabar com o seu pavor de ir às compras nesta época do ano. Uma lista e uma conexão são tudo o que você precisa, além do cartão de crédito, para fugir do corre-corre e do empurra-empurra e se dedicar somente ao compra-compra.
A internet, com sua capilaridade e onipresença, é o ambiente natural do varejo, uma relação que, mesmo já avançada, está apenas começando. Ainda nem conseguimos enxergar as possibilidades tanto para os varejistas como para os consumidores. Será um ganha-ganha, isso eu sei.
A última grande coisa do comércio on-line são os sites de compras coletivas. Eles juntam pessoas ávidas por compras com desconto a empresas que oferecem produtos com preços muito abaixo dos de mercado.
Os consumidores ganham o desconto; os sites de compras, uma suculenta comissão; e os fabricantes dos produtos, uma exposição de alta intensidade na internet, em sites de relacionamento e em mecanismos de buscas.
Para esses fabricantes, oferecer produtos a preços abaixo dos de mercado (os descontos chegam a até 90%) nesses sites parece muito mais, por enquanto, uma ação de marketing do que de venda, já que o resultado da operação não se justifica na maioria dos casos pela aritmética varejista, mas somente pela lógica da propaganda.
E a lógica da propaganda na internet é outra lógica.
Aliás, na internet, qual é a lógica?
Digo qual é a lógica: Andrew Mason, de apenas 30 aninhos, recusou uma oferta do Google de US$ 6 bilhões recentemente pelo seu GroupOn, o maior site de compras coletivas, fundado há dois anos nos Estados Unidos.
Sim, com uma grande ideia e muito trabalho, Mason e seus colegas criaram US$ 6 bilhões desde 2008. É de diminuir até publicitário.
Numa entrevista ao "New York Times", na verdade, ao blog do "Times" sobre negócios, o DealB%k, Mason mostrou serenidade diante da montanha de dinheiro do Google e comemorou a fama adicional trazida pelo intenso noticiário, rapidamente quantificado e valorizado.
"Acho que as últimas notícias elevaram nossa popularidade a um novo nível. Acrescentamos 3 milhões de assinantes na semana passada.
Antes, estávamos acrescentando cerca de 1 milhão de assinantes por semana", disse Mason.
Você leu direito? É um negócio que cresce, segundo seu fundador, a um ritmo de 3 milhões de clientes por semana.
E é um negócio simples, como tudo que dá certo. Intermediação sempre será o nome do jogo no varejo. O Groupon descobriu uma nova mina.
Basta se inscrever no site e receber as ofertas de compras coletivas. Não é o único -já existem, como tudo na web, vários repetidores da fórmula de sucesso.
No Brasil, fissurados que somos em relacionamentos, redes de compras coletivas com desconto, inclusive um site brasileiro do GroupOn, mordem já fatia expressiva do faturamento do varejo on-line.
O poder da web é devastador -e não para de crescer.
Alguém já disse que a rede mundial é o que mais chega perto do divino.
Essa é a conexão que mais gosto. De várias formas. E ela aflora nesse coletivo natalino.
Deus é como Fernando Pessoa. Tem um monte de nomes diferentes. Viajo o mundo inteiro e sempre encontro um heterônimo dele. Mas sempre o reconheço, independentemente do nome.
Nos dias de hoje, em que as pessoas estão tão descrentes, acreditar é um ato de rebeldia e vanguarda.
Sem Jesus, Papai Noel seria ridículo. O Natal não nasceu na Macy's, nasceu em Belém. E as pessoas que acreditam em Jesus e em Deus de uma forma geral pedem presentes simples, porque elas acreditam que a alegria do Natal basta.
E nós temos motivos para alegria neste tempo que termina. Ganhamos Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, moeda, estabilidade, confiança no presente e no futuro.
Feliz Natal a todos.



NIZAN GUANAES, publicitário e presidente do Grupo ABC, escreve às terças, a cada 15 dias, nesta coluna. 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Estou de volta, com o Lulla...


É. Depois de um longo tempo, voltei a escrever. E vou falar sobre meu assunto favorito: falar mal do Lulla.
Hoje ele disse que ninguém está defendendo o coitado do cara do Wikileaks. Vejam o que a besta falou:


Lula pede manifestação contra prisão do criador do WikiLeak
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que deveria haver protesto contra a prisão de Julian Assange, proprietário do site WikiLeaks, que vem vazando documentos diplomáticos. Afirmou que o erro não é dele que divulgou, mas dos diplomatas que fizeram os documentos. Em evento sobre PAC, presidente pede protesto contra a prisão de Julian Assange, proprietário do site WikiLeaks.
O que acho estranho é que o rapaz que estava desembaraçando a diplomacia foi preso e eu não estou vendo nenhum protesto contra a liberdade de expressão. Não tem nada contra a liberdade de expressão de um rapaz que estava colocando a nu um trabalho menor que alguns embaixadores fizeram”, disse, durante balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), no Palácio do Planalto.



"Ele desnuda a diplomacia, que parecia inatingível e a mais certa do mundo, e começa uma busca...”

“...Não sei se colocaram cartaz como no tempo do faroeste, procura-se vivo ou morto, e prenderam o rapaz. Não vi um voto de protesto".

Voltando. A mula do Lulla não sabe nem falar a palavra Wikileaks. Escrever, então, não dá pra imaginar.
Mas ele poderia estar ao menos atualizado. O tal do cara está preso não por causa do site, ou dos documentos liberados, mas sim por uma acusação de cunho sexual, não sei exatamente qual, mas algo do tipo de atentado violento ao pudor ou estupro.
E a besta quer uma mobilização a favor da "liberdade de expressão".
Ainda bem que falta pouco...

domingo, 14 de novembro de 2010

Pedra no rim


Sexta-feira acordei às 3 da madrugada com uma dor no rim esquerdo. Estranhei um pouco, embora já tenha tido 1 pedra há alguns anos. A dor foi aumentando. Tomei um buscopan gotas, horrível, e a dor não passava. Eram umas pontadas de dentro pra fora do rim. Tomei um remédio alemão que um amigo me deu, Rowatinex, umas bolinhas com um gel amarelo. Duas de uma vez. A dor não passava. Aí tive uma ânsia de vômito, e foi daqueles vômitos de doer a garganta. Depois de vomitar, a dor melhorava um pouco. Acho que desviava minha atenção. E assim foi até umas 7 horas. Aí tomei um banho quente e a dor diminuiu bem. Consegui dormir uns 10 minutos. Volta a dor. E o vômito. Aliás, vomitei umas 6 vezes. Na última pensei que o rim iria furar, de dentro pra fora. Aquela agulha de crochê estava dentro do rim e tentando furar minha pele. Lá pelas 8 vomitei muito forte, a dor foi terrível, tomei mais um banho e melhorou muito. Tomei mais 2 rowatinex. Consegui dormir até as 10hs. Meio dia fui pro hospital, sem dor. Lá tomei um soro com buscopan, antialérgico, porque apareceram um monte manchas no rosto durante a madrugada. Aí o médico falou que achava que a pedra tinha saído do rim. Peguei um copinho pra colher urina para exame. No primeiro jato, saiu uma pedrinha. Meio escura, meio marrom, de uns 2 milímetros. Incrível. Não doeu mais. A pedra saiu mesmo.
Foi a pior dor que já senti. Devem existir piores. Mas, que coisa!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Cone Sul


Eu gosto mais do frio temperado do que do calor tórrido. Coincidentemente, ou não, o mundo civilizado se consolidou nos países frios.
Viram o mapa das eleições acima?
Ainda bem que estamos no frio temperado.
Viva o Cone Sul!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ela começou mal.

Foi eleita a Dilma. Apesar de aproximadamente 40% do eleitorado ter escolhido a candidata do Lulla, eu acho que a escolha foi errada.
Errada pelo nível da escolhida. A Dilma pode até ter feito faculdade, mas é uma analfabeta funcional. É impressionante a fraqueza de seu português, de seu linguajar. Não é baixo, como de seu antecessor, mas é pobre para um presidente da República. É uma pessoa que tem ideias pequenas. Não é uma estadista, isso é até  meio evidente.
Ontem ela fez o primeiro discurso. Lido, pois sua parca linguagem não seria capaz de produzir um texto minimamente lógico se fosse de improviso. Por isso, leu um texto pré-produzido, provavelmente não por ela, mas por assessores do PT. Um textinho simplório, com alusões a união, diálogo, etc. Sem qualquer profundidade.
Mas ela falou alguns segundos por si própria, antes de ler o texto. Aliás, como leu mal. Parava as frases para aguardar os aplausos, que foram tímidos, pois não tinham conteúdo algum. Voltando: ela falou algumas frases antes da leitura. Vejam a indigência intelectual:
“Primeiro eu queria agradecê aos que estão aqui presentes, nessa noite que pra mim é uma noite que cês imaginam completamente especial. Mas eu queria me dirigi a todos os brasileiros e às brasileiras, os meus amigos e as minhas amigas de todo o Brasil. É uma imensa alegria está aqui hoje. Eu recibi de milhões de brasileiros e de brasileiras a missão, talvez a missão mais importante de minha vida”
Não precisa ser um grande linguista, mas que pobreza!
Começa pelo sotaque, meio mineiro, meio ridículo. Pois um mineiro com estudo nunca falaria com o sotaque dela. E depois pela pobreza da construção das frases. Começa com agradecer aos presentes. Ridículo. Depois, a todos "os brasileiros e às brasileiras". Além do erro de português, essa separação entre masculino e feminino é pobre demais. Plural de brasileiro e brasileira é brasileiros, só. Aí ela fala que a presidência é, "talvez" a missão mais importante da vida dela. Se é provável que seja, qual outra deve ter sido tão ou mais importante? Seria o roubo do cofre do Adhemar de Barros?
Bom, pode ser que ela aprenda ao longo dos 4 anos. Espera-se isso dela, no mínimo.
Mas ela começou mal.